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Os Implantes Dentários e a Saúde

O que são e para que servem os implantes dentários?  Os diabéticos e fumadores podem colocá-los? É possível o organismo rejeitar um implante? Conheça respostas de um dentista a estas e outras questões.

Todas as pessoas gostariam de ter um sorriso bonito, com uns dentes perfeitos. Depois a estética deverá ser complementada com uma das principais funções da dentição, a mastigação dos alimentos. Olhando para estas necessidades a reabilitação oral com implantes dentários tem tido nos últimos anos um extraordinário avanço para a melhorando a qualidade de vida das pessoas que perderam um ou mais dentes. Com novas e inovadoras técnicas é possível  readquirir, uma excelente imagem e função mastigatória, que a/o vão ajudar na absorção de nutrientes.

 

A falta de dentes nos Portugueses

Segundo alguma instituições muitos Portugueses têm falta de um ou mais dentes, e segundo a Ordem dos Médicos Dentistas, dos nossos idosos, mais de 40% são não têm qualquer dente. Existem várias causas como:

  • Cáries dentárias.
  • Traumatismos.
  • Doenças dos tecidos circundantes aos dentes.
  • Doenças sistémicas.
  • Idade.

 

O que são e para que servem os implantes dentários?

Os implantes dentários são fabricados em titânio, um material com uma elevada biocompatibilidade. A sua colocação é feita através de cirurgia nas arcadas dentárias que irão funcionar como suporte para as coroas unitárias ou próteses dentárias com vários dentes. Esta técnica permite que o implante funcione de forma similar à raiz de um dente.

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 Como funciona o tratamento?

A 1ª fase do tratamento é a análise, diagnóstico e planeamento e só depois se avança para o o tratamento que irá decorrer em duas fases:

  • 1ª Fase é a cirúrgica
  • 2ª Fase é a protética, onde se irá colocar as das coroas.

 

Na 1ª fase do tratamento, na parte do diagnóstico, existem vários tipos de exames, como radiografias panorâmicas, avaliação da altura e largura óssea, entre outros estudos fundamentais para o sucesso de final.

 

Na fase cirúrgica, é colocado o implante no osso, que salvo raras exceções é um processo relativamente simples, sem dor e feito com anestesia local.

Na fase, protética, deverá ocorrer em média após 6 meses no maxilar superior e 4 meses na mandíbula e  após a osteointegração.

 

É possível o organismo rejeitar um implante?

Na medida em que este ato cirúrgico consiste numa implantação de um material embora de elevada biocompatibilidade em contacto direto com o organismo da pessoa existe sempre a possibilidade embora de forma excecional de rejeição e insucesso.

Existem ainda fatores que ajudam ou podem potenciar o insucesso se não forem cumpridas as boas práticas de diagnóstico, ou aplicadas as regras corretas de implementação. O doente também deverá cumprir todas as recomendações médicas do pós-cirúrgicas, assim como diminuir ou acabar com os hábitos tabágicos. É importante ainda fazer uma correta higienização e fazer consultas regulares de controlo.

 

Os diabéticos e fumadores podem colocá-los?

Alguns estudos recentes, concluiu-se que as pessoas que fumam apresentam um risco superior de insucesso em 2,25 vezes. Respeitante às pessoas com diabéticos, estas apenas poderão colocar problemas à sua colocação se a doença estiver numa fase descontrolada.

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